Grupo de Trabalho dos Biodigestores teve a primeira reunião virtual

3 meses atrás
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Visando alinhar ações de implantação da política pública voltada ao incentivo aos biodigestores no RS, aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo Governador Eduardo Leite ainda no ano de 2019, a deputada Zilá Breitenbach reuniu nesta terça-feira (23), em ambiente virtual, o Grupo de Trabalho que auxiliou na elaboração do projeto de lei que incluiu o biogás na lei do Programa RS Gás.
O GT vem estudando há mais de dois anos alternativas para tornar os biodigestores mais acessíveis aos interessados em investir em energias renováveis, reunindo tecnologias e experiências exitosas e propondo ações para capacitar e incentivar a adoção destes pelos geradores dos resíduos. Além de detectar entraves e possibilidades de superar estes obstáculos para a ampla disseminação da produção de biogás para o mercado de energia e economia gaúcha.
Assim como o representativo grupo de participantes, o secretário Adjunto do Meio Ambiente e Infraestrutura, Paulo Pereira, comemorou os avanços após a aprovação da legislação específica – Lei Nº 15377/ 2019, citando como exemplo o investimento da empresa Folhito, que produz biofertilizante e biogás a partir de resíduos. Pereira vê um bom espaço para empreendimentos nessa área, caracterizada como energia limpa e que minimiza os impactos ambientais. Na sequencia, os empreendedores da Folhito, de Estrela, apresentaram o funcionamento da novíssima planta.
O grupo acordou em realizar reuniões setoriais, sobretudo com as Secretarias afins para a execução de um programa de implantação, visando avançar em questões como linhas de crédito, incentivos fiscais, qualificação de mão-de-obra e comunicação qualificada para auxiliar os produtores nas decisões sobre os investimentos. A deputada Zilá também fará reuniões da Frente Parlamentar da Matriz Produtiva dos Biodigestores e novas audiências públicas.

REPRESENTATIVIDADE:


Secretário Adjunto da de Meio Ambiente e Infraestrutura do RS, Paulo Pereira; presidente do Badesul, Jeanette Lontra; diretor de Planejamento do BRDE, Luiz Correia Noronha; Os diretores da secretaria de Agricultura do RS, Gabriel Fogaça, Obiratan Rodrigues Ivan Bonetti; da EMATER/Ascar RS, Alencar Rugeri, Alex Correa e Henrique Bartels; diretor executivo da SIPS- Sindicato das Indústrias de Produtores de Suínos, Rogério Kerber; Marcio Kochemborger, Assuipassos; ABM- Associaçao Brasileira de Biogás e Biometano, Mário Coelho; Folhito, Ito Lanius; Comitê de Bacia Taquari-Antas/CERTEL, Julio Salecker; EMBRAPA – Suínos e Aves, Airton Kunz e Ricardo Steinmetz; CIBiogás – Unido, Ricardo Muller (não vi); FAHOR , Adalberto Lovato; SETREM, Fauzi Shubeita; UCS e Fórum Sulbrasileiro de Biogás e Biometano, Suelen Paesi e Lademir Luiz Beal; PUC / Instituto do Petróleo e dos Recursos Naturais, Letícia Marconatto; UERGS, Eduardo Lorensi de Souza e o coordenador da unidade de Três Passos, Robson Bohrer; Odorico Konrad, UNIVATES; UNIJUI, Mauro F. Rodrigues; Escola Técnica Santa Isabel, Edson Farias; secretário de Agricultura de Harmonia, Leozildo Lira; vereador de Muçum, Alex Colossi; FAMURS, Ismael Horbach; consultor Cezar Machado; e empresário Nabor Torri.

POR QUE ADOTAR BIODIGESTORES?
Além de reduzir a emissão de gases de efeito estufa nocivos à camada de ozônio e ao meio ambiente, o biogás pode ser utilizado para a geração de energia elétrica, energia térmica ou como combustível renovável para veículos, e seu processamento resulta ainda em biofertilizantes de alta qualidade para uso agrícola.
Os benefícios deste processo se estendem tanto ao pequeno produtor agrícola, que reduz os custos de sua atividade com o reaproveitamento de resíduos orgânicos, quanto ao desenvolvimento econômico nacional, estimulando a indústria local a investir na manufatura destes equipamentos, gerando emprego e renda.

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