Zilá enfatiza direitos dos idosos em cartilha distribuída por seu gabinete

4 anos atrás
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Há nos últimos anos um crescente aumento da expectativa de vida. No Brasil, os idosos somam hoje 26,3 milhões, o equivalente a 13% da população segundo Pesquisa Nacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que em 2025 a população de pessoas com 60 anos, ou mais, alcance 32 milhões. Quem envelhece, entretanto, mal conhece o Estatuto do Idoso e sofre pela falta de preparo das instituições para atender suas demandas. Pensando nisso, a deputada estadual Zilá Breitenbach (PSDB) disponibiliza gratuitamente para todos o RS, desde seu primeiro mandato, a cartilha do idoso.

O material contém o Estatuto do Idoso, além de orientações e cuidados para com a saúde da população da terceira idade. No estatuto estão citados os direitos fundamentais aos cidadãos com idade a partir de 60 anos, entre eles: direito à vida, à liberdade, ao meio ambiente acessível, à saúde, à educação, à profissionalização, ao trabalho, à justiça, cultura esporte e lazer, além de garantir o aperfeiçoamento moral, intelectual e social em condições de liberdade e dignidade. Os idosos também tem direito à distribuição de medicamentos gratuitos, atendimento preferencial e imediato em órgãos que prestam serviços à população.

“Visando auxiliar os idosos que desconhecem o estatuto e muitas vezes sofrem com a falta de informação, disponibilizo esta cartilha, para conscientizar as pessoas que contribuíram e ainda contribuem com a construção deste Estado”, argumenta Zilá.

A parlamentar sempre que convidada por entidades da terceira idade ministra palestras esclarecendo e apresentando os direitos assegurados pela legislação a esta parcela da população. Zilá ainda luta para que aconteçam mais investimentos em políticas públicas para os idosos.

O estatuto do idoso completou 11 anos em setembro de 2014. Desde 2003 quando foi aprovada a legislação pelo Congresso Nacional a mesma segue apenas no papel, sua aplicação na prática ainda é um grande desafio às políticas públicas.

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